segunda-feira, 18 de maio de 2026

Seis meses

 

Hoje se completam seis meses de um encontro transformador. Desde então, não sou mais a mesma. Me sinto outra, mais madura, mais mulher, mais autêntica, mais aberta à vida e suas surpresas, pronta para viver tudo o que o Universo tem a me oferecer. Ele tem esse poder de transformar as pessoas ao redor. Seu amor tem o poder de curar. E é assim que me sinto, hoje, seis meses depois: transformada, curada.


Os nossos encontros são sempre assim, recheados de amor, de encanto, de entrega, de vontade, de alegria, de desejo, de emoção. Me entrego a ele sem medo porque confio em seus braços. Com ele por perto, me sinto encorajada para ir além, sem limites, sem fronteiras, sem demarcação. Por ele, quero correr riscos, desafiar certezas, explorar o novo, colocar minha mão no fogo.


Há seis meses, desacreditada do amor, eu não imaginava o quanto poderia amar e ser amada, ser feliz e fazer alguém feliz, simplesmente por sem quem sou, sem máscaras, sem disfarces, sem fingimento. Assim, exatamente desse jeito, desarrumada, solta, risonha, bem boba às vezes, cheia de traumas e medos, meio militante, meio tímida, meio revoltada com o mundo. Hoje, essa Liliane deu lugar a uma nova versão, ainda boba, meio tímida, militante, revoltada, mas mais feliz, mais corajosa, mais segura, mais cheia de amor. E a cada dia me apaixono mais por ela.


Hoje se completam seis meses que o descobri, e descobrindo a ele, me descobri também. Hoje, por causa dele, aprendi o que é amar de verdade, fazer amor além dos corpos, mas com a alma, com o coração. Sinto que vivi em seis meses o que não havia vivido em uma vida inteira e sou tão grata e feliz por isso. Hoje sinto orgulho por ter me permitido viver esse amor, por me deixar ser amada por ele, por não me entregar às pressões externas e sim, ouvir a voz que pulsa aqui dentro de mim, clamando por amor porque ao encontrar o seu amor, hoje, seis meses depois, minha vida se enche de sentido.  Porque amar é isso, deixar que nos descubram, que nos desnudem, que nos transformem, que nos melhorem. E de repente, já não somos mais os mesmos, mas uma versão muito melhor de quem éramos para ele, para nós mesmas, para o mundo. 





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