segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Nossa conexão


Eu sinto quando ele está triste. Sua tristeza me invade pungente como uma lança. E me dói um pouquinho. Me dói não ser capaz de arrancar-lhe a dor, de levar-lhe mais amor, de estar presente aonde for. Nessas horas, queria ser capaz de invadi-lo repentinamente, cheia de confetes e serpentinas, apitos, balões, brilhos e glitter enchendo-o de alegria.


Queria que ele pudesse, mais do que saber, sentir o quanto o quero bem, o quanto sua felicidade é também a minha, o quanto torço para que se realizem cada um dos seus sonhos mais íntimos e secretos. O quanto sinto orgulho do nosso encontro nessa vida. O quanto me sinto especial por termos nos conectado com tanta pureza, leveza e verdade.


Ele representa para mim a personificação masculina do amor, de um amor verdadeiro, de um amor cuidadoso, de um amor tranquilo. Um amor que merece ser brindado, celebrado, preservado, protegido. É um amor bonito, poético, sinestésico, cheio de sons, de cores, de cheiros, de sabores, de diferentes toques - no corpo e na alma.


Sinto que em algum lugar dentro de mim, eu o sonhei, o desejei, o esperei e em algum lugar do Universo, esse nosso encontro já existia, já havia sido desenhado. É como se todos os astros se alinhassem, numa órbita precisa, numa dança bela e imprevisível, nos provando que encontros mágicos existem para além dos filmes de Hollywood. 


Sua presença é cura, seu olhar é calmaria, seus abraços são lar, suas mãos proteção. Seu coração é lugar seguro. Sua existência no mundo é prova de que há uma sabedoria divina que nos conduz, que nos guia, que nos rege. Saber e viver tudo isso já valeu essa vida.




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